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Polícia Civil liberta mulher vítima de violência doméstica em área isolada de Macapá

  • Foto do escritor: Anita Flexa
    Anita Flexa
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Denúncia anônima feita pelo Disque 180 foi essencial para a operação; agressor poderá responder por diversos crimes, incluindo estupro.


Foto: Divulgação Polícia Civil
Foto: Divulgação Polícia Civil


Na manhã desta terça-feira, 15, a Polícia Civil do Amapá, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), com apoio da Polícia Militar, resgatou uma mulher vítima de violência doméstica em uma comunidade da zona rural de Macapá.


Segundo o delegado Bruno Braz, adjunto da DEAM, a ação teve início após uma denúncia anônima feita pelo canal Disque 180, informando que a vítima sofria diversos tipos de violência por parte do marido, incluindo agressões físicas, psicológicas, morais, patrimoniais e até sexuais.


Diante das informações deslocamos uma equipe até o local, uma área remota, e lá a vítima confirmou a violência e pediu para ir embora da casa juntamente com seu filho. Apresentamos a vítima na delegacia, tendo ela requerido medidas protetivas pra resguardar não só a sua integridade física, mas também o patrimônio do casal”, afirmou o delegado.


Viaturas chegando ao local. Vídeo: Divulgação Polícia Civil.

A vítima relatou ainda que, na noite anterior ao resgate, foi novamente humilhada e ameaçada de morte pelo companheiro. O suspeito foi intimado para prestar depoimento e poderá ser indiciado por crimes como lesão corporal, ameaça, injúria, violência psicológica e estupro.


A delegada Marina Guimarães, titular da DEAM, destacou a importância dos canais de denúncia: “Para muitas mulheres em situação de violência, procurar ajuda diretamente na delegacia pode ser um passo difícil — seja por medo, vergonha, controle exercido pelo agressor ou por falta de acesso. É nesses momentos que o Disque 180 se torna uma ferramenta essencial, sem contar que terceiras pessoas também podem denunciar”, ressaltou.


A Polícia Civil reforça que denúncias anônimas podem salvar vidas e que toda mulher tem direito à proteção e à liberdade, mesmo nos lugares mais distantes.

 
 
 

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